J Transcat Intervent.2020;28:eA20200018.

Ablação de hastes de stents para tratamento de reestenose com equipamento de aterectomia rotacional (Rotablator™). Análise e seguimento tardio

Débora Freire Ribeiro Rocha ORCID logo , Henrique Lima Guimarães ORCID logo , Flávio Passos Barbosa ORCID logo , Álvaro de Morais Júnior ORCID logo , Roosevelt Diniz ORCID logo , Giulliano Gardenghi ORCID logo

DOI: 10.31160/JOTCI202028A20200018

RESUMO

O uso generalizado de stents metálicos a partir de 1995 levou ao aparecimento de uma nova entidade denominada reestenose intra-stent, sendo a calcificação grave concomitante dos vasos um desafio ao cardiologista intervencionista. Nesse contexto, a aterectomia rotacional surgiu como uma possibilidade terapêutica de resgate para lidar com essa situação, utilizando-se o poder dos trépanos para eliminar os stents coronários subexpandidos e não dilatáveis. No entanto, ainda não foram publicados dados abrangentes sobre a eficácia ou o resultado em longo prazo desses procedimentos. Relatamos um caso de aterectomia rotacional em reestenose de stent seguida de intervenção coronária percutânea com implante de novo stent para tratamento de lesão calcificada intra-stent.

Ablação de hastes de stents para tratamento de reestenose com equipamento de aterectomia rotacional (Rotablator™). Análise e seguimento tardio

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