J Transcat Intervent.2022;30:eA20220010.

Fístula da artéria descendente anterior para artéria pulmonar

David Emmanuel Bedoya Goyes ORCID logo , Bruno Mahler Mioto ORCID logo

DOI: 10.31160/JOTCI202230A20220010

RESUMO

As anomalias congênitas e, dentre elas, as variações anatômicas das artérias coronarianas, embora pouco frequentes, são cada vez mais estudadas e diagnosticadas devido à estreita relação de sintomas, tais quais angina, dispneia, síncope ou arritmias em pessoas jovens sem comorbidades. Este trabalho teve como objetivo principal apresentar o estudo de caso de um paciente com sintomas isquêmicos secundários à malformação de uma artéria coronariana. Descrevem-se o momento da admissão do paciente, o diagnóstico mediante exames complementares e a resolução terapêutica do caso. As fístulas coronarianas, apesar de terem uma baixa incidência entre as cardiopatias congênitas, tornaram-se cada vez mais frequentes, sendo melhor caraterizadas devido aos novos métodos diagnósticos.

Fístula da artéria descendente anterior para artéria pulmonar

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