J Transcat Intervent.2022;30:eA202207.

Terapia intervencionista da embolia pulmonar aguda: onde estamos e para onde vamos?

Debabrata Dash ORCID logo , Rohit Mody ORCID logo , Mohit Kejariwal ORCID logo , Naveed Ahmed ORCID logo , Bhavya Mody ORCID logo , Yashas Prasad Mylarappa ORCID logo

DOI: 10.31160/JOTCI202230A202207

RESUMO

A embolia pulmonar, uma doença com risco de vida, é prevalente em todo o mundo, afetando grande porcentagem da população e representando uma das principais causas de morte cardiovascular. Para reduzir sua mortalidade e morbidade e melhorar os desfechos, é fundamental uma estratificação precoce do risco. Há uma ampla variação na gravidade de uma embolia pulmonar, desde leve até com risco de vida. Quando um paciente tem uma embolia pulmonar de alto risco e está em choque ou parada cardíaca, é razoável realizar trombólise sistêmica ou embolectomia de emergência, mas a anticoagulação isolada tem ótimos resultados na embolia pulmonar de baixo risco. Há várias estratégias para aproveitar os benefícios da trombólise e minimizar seus riscos, mas a experiência clínica com essas novas estratégias de intervenção é limitada. A equipe de resposta à embolia pulmonar, composta de cardiologista intervencionista, radiologista intervencionista, cirurgião cardíaco, radiologista especializado em imagem cardíaca e intensivista, pode ajudar a determinar o tipo de intervenção em um determinado paciente. Este artigo traz um esboço das terapias intervencionistas endovasculares atuais e seu contexto.

Terapia intervencionista da embolia pulmonar aguda: onde estamos e para onde vamos?

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