RESUMO Dentre as complicações tardias da angioplastia coronária, destaca-se a reestenose intra-stent. Sua taxa, que inicialmente alcançava até 60% dos procedimentos efetivados apenas com balão, foi reduzida para patamares de até 10% com o advento dos stents farmacológicos, mesmo em cenários de maior complexidade anatômica e técnica. Entretanto, esforços vêm sendo envidados, na busca de resultados duradouros e livres da necessidade de novas revascularizações. O conhecimento aprofundado da fisiopatologia, dos fatores de risco predisponentes à ocorrência da reestenose e de […]