J Transcat Intervent.2020;28:eA20200013.
Intervenção coronária percutânea primária durante período inicial da pandemia por COVID-19 em hospital público do Triângulo Mineiro
DOI: 10.31160/JOTCI202028A20200013
O coronavírus da síndrome respiratória aguda grave (SARS-CoV-2), identificado em dezembro de 2019, em Wuhan, na China, é um tipo de coronavírus envelopado com fita simples de RNA do gênero beta, que cursa com pneumonia e insuficiência respiratória grave, caracterizando a doença pelo coronavírus 2019 (COVID-19). – Foi considerado uma pandemia pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e, atualmente, mais de 7,5 milhões de pessoas no mundo já foram acometidas. Devido ao seu alto poder de transmissão, com necessidade de atendimento, internação e possibilidade de sobrecarga do sistema de saúde, diversas medidas foram adotadas, como suspensão das aulas de escolas e universidades, fechamento do comércio, proibição de eventos e, também, dentro do sistema de saúde, com leitos de enfermaria e unidade de terapia intensiva (UTI) sendo reservados especificamente para tratamento dos pacientes com COVID-19.
Relatos de serviços de hemodinâmica da Espanha, Itália, Áustria e Estados Unidos mostraram diminuição de até 80% em procedimentos realizados e até 40% no número de infartados atendidos, e um dos argumentos aventados para a explicação desse fenômeno foi o possível receio em buscar atendimento em hospitais sobrecarregados com grande número de pacientes infectados. –
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