J Transcat Intervent.2019;27:eA201904.

Reestenose coronária: mecanismos, diagnóstico e tratamento na prática contemporânea

Cleverson Neves Zukowski ORCID logo , Miguel Rati

DOI: 10.31160/JOTCI201927A201904

RESUMO

Dentre as complicações tardias da angioplastia coronária, destaca-se a reestenose intra-stent. Sua taxa, que inicialmente alcançava até 60% dos procedimentos efetivados apenas com balão, foi reduzida para patamares de até 10% com o advento dos stents farmacológicos, mesmo em cenários de maior complexidade anatômica e técnica. Entretanto, esforços vêm sendo envidados, na busca de resultados duradouros e livres da necessidade de novas revascularizações. O conhecimento aprofundado da fisiopatologia, dos fatores de risco predisponentes à ocorrência da reestenose e de novos conceitos como neoaterosclerose é fundamental para sua prevenção. Neste artigo, revisaremos tais aspectos, bem como a importância dos métodos de imagem e os recursos atualmente disponíveis para o tratamento da reestenose coronária.

Reestenose coronária: mecanismos, diagnóstico e tratamento na prática contemporânea

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