J Transcat Intervent.2020;28:eA202012.

Aplicações clínicas do balão farmacológico: o que aprendemos e aonde vamos?

Debabrata Dash ORCID logo , Rohit Mody ORCID logo , Naveed Ahmed ORCID logo , Sreenivas Reddy ORCID logo , Shahid A Merchant ORCID logo

DOI: 10.31160/JOTCI202028A202012

RESUMO

Desde a introdução dos stents coronarianos, a reestenose intra-stent tem sido um dos principais obstáculos para sua aplicação na doença arterial coronária. Os stents farmacológicos efetivamente a reduziram e se tornaram a principal opção da terapia intervencionista na coronariopatia. No entanto, preocupações com trombose tardia do stent, dependência de terapia antiplaquetária dupla prolongada e reestenose recorrente levaram a uma busca por novas modalidades de tratamento, que pudessem abordar as taxas de reestenose sem as desvantagens relacionadas aos stents farmacológicos. O balão farmacológico surgiu como ferramenta adicional no arsenal da cardiologia intervencionista. Em geral, é um balão semicomplacente, revestido com agentes antiproliferativos encapsulados em uma matriz polimérica, que é liberada na parede após insuflação e em contato com a íntima, sem deixar implante. Esta revisão justifica o uso do balão farmacológico, sua efetividade em diferentes cenários clínicos e tipos de lesão, além das perspectivas para seu uso.

Aplicações clínicas do balão farmacológico: o que aprendemos e aonde vamos?

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