J Transcat Intervent.2020;28:eA20190031.

Espessamento intimal na doença vascular do enxerto e angioplastia de tronco de coronária esquerda e artéria descendente anterior guiada por ultrassom intravascular. Relato de caso e revisão da literatura

Luis Sérgio Carvalho Luciano, José Mariani Júnior, Santiago Raul Arrieta, Luiz Junya Kajita, Estela Azeka, Expedito Eustáquio Ribeiro da Silva

DOI: 10.31160/JOTCI202028A20190031

RESUMO – O transplante cardíaco é a via final comum das cardiopatias graves em pacientes elegíveis. Dentre os desafios desse tratamento está a doença vascular do enxerto, principal causa de morbidade e mortalidade tardia após o transplante cardíaco, sendo responsável por 12,5% das mortes após o primeiro ano. Nas últimas duas décadas, têm sido publicados inúmeros trabalhos validando a medida do espessamento intimal máximo observado no ultrassom intracoronário como preditor de mau prognóstico quando maior que 0,5mm. Relatamos um caso de doença vascular do enxerto submetido a tratamento percutâneo guiado por ultrassom intracoronário e discutimos as principais características da imagem intravascular.

Espessamento intimal na doença vascular do enxerto e angioplastia de tronco de coronária esquerda e artéria descendente anterior guiada por ultrassom intravascular. Relato de caso e revisão da literatura

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