J Transcat Intervent.2019;27:eA20180005.

Fenômeno de no-reflow refratário. Mantenha a calma e observe!

María Thiscal López-Lluva, Alfonso Jurado-Román, Ignacio Sánchez-Pérez, José Abellán-Huerta, Jesús Piqueras-Flores, Ramón Maseda-Uriza, Fernando Lozano Ruíz-Poveda

DOI: 10.31160/JOTCI201927A20180005

RESUMO

Ter conhecimento sobre o risco de no-reflow é mandatório, especialmente em pacientes com fatores de risco cardiovasculares, tempo porta-balão prolongado e na presença de grande carga de trombo à angiografia. Algumas estratégias preventivas foram descritas. Ainda assim, na prática clínica, é difícil prevenir sua ocorrência. Os cardiologistas intervencionistas não contam com diretrizes ou recomendações para esta situação. Apresentamos um caso no qual sugerimos conduta conservadora com dupla antiagregação plaquetária e infusão intravenosa lenta de nitroglicerina, por 12 a 24 horas, e abciximabe, seguidas por nova avaliação tardia alguns dias depois, como uma boa estratégia para fenômeno de no-reflow refratário.

Fenômeno de no-reflow refratário. Mantenha a calma e observe!

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