J Transcat Intervent.2022;30:eA20220009.

Inteligência artificial na fisiologia coronária: onde estamos?

Rohit Mody ORCID logo , Debabrata Dash ORCID logo , Deepanshu Mody ORCID logo

DOI: 10.31160/JOTCI202230A20220009

RESUMO

O uso da fisiologia coronariana invasiva na seleção de indivíduos para revascularização coronariana foi estabelecido nas orientações atuais para manejo da doença arterial coronariana estável. Em comparação com a angiografia isolada, a fisiologia coronariana provou melhorar os resultados clínicos e a relação custo-efetividade no processo de revascularização. Ensaios controlados randomizados, no entanto, questionaram a eficácia do teste de isquemia na seleção de indivíduos para revascularização. Após uma intervenção coronária percutânea com sucesso angiográfico, 20 a 40% dos pacientes apresentaram angina persistente ou recorrente. A inteligência artificial é definida como o uso de vários algoritmos e conceitos computacionais para realizar tarefas complexas de maneira eficiente. Pode ser classificada em dois tipos: abordagens não supervisionadas e supervisionadas. O aprendizado supervisionado é usado principalmente nas tarefas de regressão e classificação, e nele é realizado um mapeamento otimizado entre variáveis de saída e entrada pareadas para executar as tarefas. Em contraste com isso, o aprendizado não supervisionado funciona de maneira diferente. Nesse aprendizado, os dados das variáveis de saída não estão disponíveis, e outros clusters e relações entre os dados de entrada são descobertos, usando-se vários algoritmos. Para se adquirir uma representação mais abstrata dos dados, a tecnologia de aprendizado profundo que utiliza as redes neurais multicamadas domina o aprendizado artificial atualmente.

Inteligência artificial na fisiologia coronária: onde estamos?

Comentários