J Transcat Intervent.2019;27:eA20180007.

Pós-dilatação com balão não complacente para otimização do resultado após implante de bioprótese transcateter autoexpansível

Vinicius Borges Cardozo Esteves, Pedro Beraldo de Andrade, Fábio Salerno Rinaldi, Marcos Tiveron, Marden André Tebet, Luiz Alberto Piva e Mattos

DOI: 10.31160/JOTCI201927A20180007

RESUMO

Os procedimentos de valve-in-valve devem ser cada vez mais frequentes, com o envelhecimento da população e o aumento do número de implantes de biopróteses cirúrgicas. Mais de 50% dessas próteses implantadas apresentam diâmetros pequenos, dificultando a boa expansão dos dispositivos transcateteres, levando a maiores gradientes finais. Dessa forma, existe a necessidade de pós-dilatação, visando à otimização do implante do novo dispositivo. Os balões complacentes utilizados apresentam limitações e maior potencial de ruptura para essa finalidade. Descrevemos o caso de um procedimento de valve-in-valve com utilização de balão não complacente para pós-dilatação do dispositivo transcateter implantado em uma bioprótese com anel pequeno.

Pós-dilatação com balão não complacente para otimização do resultado após implante de bioprótese transcateter autoexpansível

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