A intervenção coronária percutânea (ICP) tornou-se a modalidade de revascularização mais frequente para o tratamento da doença arterial coronariana. Historicamente, a maioria dos pacientes submetidos à ICP eletiva permanecia internada durante a noite ou mais, com o objetivo de detectar possíveis complicações peri e pós-procedimento, incluindo complicações no local de acesso, sangramento, trombose de stent e infarto do miocárdio (IM) periprocedimento. Atualmente, existe uma demanda por um fluxo ambulatorial simplificado e eficiente, mantendo as melhores práticas nos serviços hospitalares e […]