A tentativa de identificar pacientes mais propensos à ocorrência de eventos, relacionados ou não às intervenções, é uma busca de longa data, que precede a era dos cateteres. , Em 1977, por exemplo, definiram-se alguns dos mais importantes preditores de eventos adversos relacionados à doença arterial coronariana (DAC), como número de artérias ou territórios coronários comprometidos e quantidade de miocárdio em risco. Demonstrou-se que a habilidade prognóstica dessas variáveis aumentava à medida que outras foram sendo integradas, como, por exemplo, […]